Acredito que o primeiro ponto no quesito Atividades
Extra-Curricular parte do educando. Nenhum pai ou mãe deve interferir nas
decisões profissionais dos filhos. Alguns gostam de fazer atividades lúdicas,
outros atividades mentais, outros ainda atividades físicas. Minha filha, por
exemplo, começou com atividades extra-curriculares aos 6 anos de idade, na natação,
inclusive por recomendação médica. Aos 9 anos, optou por fazer judô (a natação
era na época 2 x por semana e o judô 3). Depois realizou vários projetos na
escola, no horário do contra turno (na EMEF Heraldo Barbuy). Hoje é atleta do
Centro Olímpico da Cidade de São Paulo (como judoca). Ela acumula o judô do
Centro Olímpico (3 x por semana) com o judô do CEU Sapopemba (2 x por semana) e
o judô do Centro Esportivo Local Teotônio Vilela (aos sábados), sendo que nesse
dois últimos ela treina e auxilia no treinamento dos novos atletas, ainda faz
natação uma vez por semana e participa das aulas de Vôlei do CEU Sapopemba
(recreativa) também duas vezes por semana.
Ela diz gostar e não reclama dessa rotina!
